Relembrando: Simples (?)

Você pode ver a crônica original, postada em Agosto de 2015, clicando aqui.

Simples

Abraço,

Raquel  Núbia

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Relembrando: Inquietude

As palavras simples abaixo foram publicadas pela primeira vez há um ano aqui e hoje as compartilho novamente relembrando um pouco da história do Verba Volant.

“Por você,
escrevo simples.
Simplesmente porque é o que queria dizer.
É como uma pequena estrela,
insistindo em brilhar
mesmo quando o céu se cobre de nuvens negras.
Há sempre um raio seu,
por vezes maior do que todos os raios do sol,
por outras,
menor do que um pequenino vaga-lume
perdido na mata.
Mas jamais se apaga.

E eu te amo por isso.
Por não me deixar em paz.”

Raquel Núbia

Imagem1
Imagem retirada da internet

Dia #27 – 30 DAY BLOG CHALLENGE

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Sou atraída pelo diferente.
Pelo que foge a mim mesmo e me mostra o novo, me proporciona a oportunidade de estar em lugares (objetivos ou subjetivos) que por mim mesmo não estaria.
Sou atraída pelo simples.
Pela falta de esforço no convencimento e pelo que se apresenta sem dificuldades, sem maneirismos ou acordos sociais.
Sou atraída pela autenticidade.
Pela lealdade daqueles que se permitem ser o que são, se encaixando ou não mas se adaptando da melhor maneira possível.
Nesse mundo de gente grande, somos obrigados, forçados, compelidos a conviver com mais um mundo de gente, e gente que nem sempre atrai a gente, muito pelo contrário, gente que repele.
O que me repele é o oposto do que citei acima: gente ordinária, gente apegada às convencionalidades e que coloca o social, o aparente acima da fidedignidade das relações, gente que engole a gargalhada alta para caber o sorriso contido aonde não há espaço.
Me atrai a possibilidade de ser o que sou e, de um dia quem sabe, poder viver inteiramente o que hoje vivo aos poucos. Portanto, quem me atrai é quem compartilha comigo dessa mesma intensão.

Editada no Lumia Selfie
Foto: Raquel Núbia

Abraços,

Raquel Núbia

Eu quero

Eu quero paredes brancas, eu quero janelas abertas…
Eu quero varanda molhada, eu quero uma vista discreta.
Eu quero vidros limpos e uma vegetação lá fora…
Eu quero uma escrivaninha sem compromisso com a hora.
Eu quero café para dois, com xícaras sobre a mesa.
Eu quero meias nos pés e sonho de sobremesa.
Eu quero o silêncio da chuva…
Quero o prazer da solidão.
Eu quero uma folha em branco e uma caneta na mão.
Eu quero um mural de fotos, com fotos de gente comum.
Eu quero poltronas e mantas.
Eu quero lugar para mais um.
Eu quero um tempo pra mim.
Eu quero chorar e sorrir.
Eu quero encontrar uma forma,
De querer e também conseguir.

Eu quero

Raquel Núbia