Relembrando: Dos motivos errados

Um lembrete constante para não deixarmos nos confundir por tantas influências e pensamentos externos que podem nos impactar e nos desviar de nossos verdadeiros objetivos e de nossa verdadeira essência.

dos motivos errados

Dos motivos errados

Tem dia que parece que foi feito para mostrar pra gente que não é permitido sonhar. Na verdade, não são dias inteiros (às vezes são), mas alguns momentos que trazem a realidade socando a porta no intuito de lançá-la ao chão e escancarar a verdade com ou sem a nossa permissão.
Quando é assim, me questiono a real motivação do “sonho”: “Por que estou fazendo isso? Por que quero aquilo? Por que tenho pressa?”
Às vezes me flagro no ímpeto de realizar coisas, somente (quase somente) para provar um ponto de vista e isso me incomoda.
Não há nada de errado em se espelhar em alguém, em ter um modelo, até mesmo uma inspiração, mas não é disso que estou falando.
Estou falando de um sentimento mesquinho de validação, direcionado a pessoas que não tem valor (em qualquer sentido) e, portanto jamais poderiam validar a mim ou a outras pessoas de qualquer forma.
Já faz bem tempo que deixei de viver conforme o desejo do outro e me policio constantemente para fazer as coisas pelos motivos certos, e não esperando um retorno de outras pessoas, ainda mais de pessoas que não me acrescentam nada, muito pelo contrário.
Acho que a vida é assim mesmo e vez ou outra exige um esforço danado para que a gente se lembre de lutar, seguir e persistir pelos motivos certos.”

Raquel Núbia

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Relembrando: Razão

Razão
Imagem da internet

Quando de manhã o seu despertador sinaliza que é chegada a hora de colocar os pés no chão e encarar mais uma vez o dia recém-nascido, o que te faz seguir em frente? A razão que te move é a mesma razão que move os sonhos que você guarda?
A vida que você leva na prática é a vida que você leva na teoria?
Pode ser muito atrevimento essa onda de perguntas porque provavelmente as minhas respostas também não são compatíveis…
E qual a razão para que não sejam?
O que nos impede de viver de acordo com o que pensamos para nós?
Eu pergunto, porque me pergunto e, no tumulto, as respostas ficam camufladas. No tumulto às vezes não dá nem pra pensar…
Mas qual a razão de viver uma vida onde não se consegue nem pensar sobre os motivos que nos fazer seguir?
Se seguimos sem motivos, seguimos sem razão… E se nos negamos a razão, por que seguir?

Raquel Núbia

Dos motivos errados

Tem dia que parece que foi feito para mostrar pra gente que não é permitido sonhar. Na verdade, não são dias inteiros (às vezes são), mas alguns momentos que trazem a realidade socando a porta no intuito de lançá-la ao chão e escancarar a verdade com ou sem a nossa permissão.
Quando é assim, me questiono a real motivação do “sonho”: “Por que estou fazendo isso? Por que quero aquilo? Por que tenho pressa?”
Às vezes me flagro no ímpeto de realizar coisas, somente (quase somente) para provar um ponto de vista e isso me incomoda.
Não há nada de errado em se espelhar em alguém, em ter um modelo, até mesmo uma inspiração, mas não é disso que estou falando.
Estou falando de um sentimento mesquinho de validação, direcionado a pessoas que não tem valor (em qualquer sentido) e, portanto jamais poderiam validar a mim ou a outras pessoas de qualquer forma.
Já faz bem tempo que deixei de viver conforme o desejo do outro e me policio constantemente para fazer as coisas pelos motivos certos, e não esperando um retorno de outras pessoas, ainda mais de pessoas que não me acrescentam nada, muito pelo contrário.
Acho que a vida é assim mesmo e vez ou outra exige um esforço danado para que a gente se lembre de lutar, seguir e persistir pelos motivos certos.

Raquel Núbia

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Foto: Raquel Núbia – Alto Caparaó/MG

Razão

Quando de manhã o seu despertador sinaliza que é chegada a hora de colocar os pés no chão e encarar mais uma vez o dia recém-nascido, o que te faz seguir em frente? A razão que te move é a mesma razão que move os sonhos que você guarda?
A vida que você leva na prática é a vida que você leva na teoria?
Pode ser muito atrevimento essa onda de perguntas porque provavelmente as minhas respostas também não são compatíveis…
E qual a razão para que não sejam?
O que nos impede de viver de acordo com o que pensamos para nós?
Eu pergunto, porque me pergunto e, no tumulto, as respostas ficam camufladas. No tumulto às vezes não dá nem pra pensar…
Mas qual a razão de viver uma vida onde não se consegue nem pensar sobre os motivos que nos fazer seguir?
Se seguimos sem motivos, seguimos sem razão… E se nos negamos a razão, por que seguir?

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Raquel Núbia