Stories da Semana (24 a 29/04)

Resumo dos stories publicados no meu perfil no Instagram. Para saber mais, basta seguir: @raquelnubiaofficial.

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Relembrando: Vida que segue

“Ela é autossuficiente para tomar as próprias decisões, seguir o próprio curso e, por mais que que a gente se veja encurralado em algum momento, quase ninguém fica encurralado pra sempre, porque a vida segue o rumo e o que antes era rua sem saída, vira recomeço num piscar de olhos.
Nesse exato momento eu estou (…) para continuar lendo, clique aqui.”

Raquel Núbia

Vida que segue

Relembrando: Auto

Exercício diário de autoaceitação…

“Às vezes nos pressionamos tanto no caminho para a superação, que perdemos o prazer no que antes fazíamos com tanto gosto, tudo acaba virando um grande negócio, uma grande obrigação. Mas, nem sempre o pior é isso. O pior é que… para continuar lendo, clique aqui.

Raquel Núbia

Auto

Relembrando: Dezembro

Comumente no último mês do ano nos sentimos compelidos à uma reflexão sobre nossas realizações e sobre nossos desafios. Ano passado, nesse momento, eu me encontrava em um lugar totalmente diferente do que estou hoje, muitas coisas mudaram, o que não mudou foram os aprendizados que adquiri naquela época. Quem sabe você também já passou por algo parecido?

“Me desculpem os pessimistas e realistas mas, tenho que confessar que minha vida sempre foi boa. Sempre. Apesar dos pesares, tropeços, dificuldades. Algumas graves, até… Mas a vida foi boa, pois até nesses momentos de perigo eu pude melhorar, nem que fosse pra piorar depois, mas melhorava.
Veja só como essa vida é…
Ano passado, nessa época, a minha vida era outra. Sem exageros, sem utopia, sem apelação nem auto piedade. Vejamos (…) clique aqui para continuar lendo.”

Raquel Núbia

Dezembro

Retrospecto

Fim de ano sempre bate essa nostalgia mesmo, não é?
Esse ano em especial, não sei porque, o sentimento nostálgico de “natal” veio um mês antes, pois algumas partes do dia pra mim tem parecido véspera desse feriado. Eu não sei explicar direito o que sinto, só sei que sinto uma certa tristeza sem ser necessariamente uma tristeza triste, quase como saudosista, por tudo o que poderia ter sido mas não foi.
Geralmente invoco memórias mais antigas que terminam num suspiro, seguido de uma interrogação ou uma exclamação, mas nunca um ponto final.
Ano passado fiz um grande post refletindo as realizações daquele ano, mas acho que dessa vez não quero fazer. Vou apenas deixar passar os dias até que o dia 31/12 possa nos presentear com um embrulho bem lindo, com laço lilás e uma caixa decorada com nossas expectativas que, provavelmente abriremos as pressas só pra nos arrependermos mais tarde de não ter desembrulhado tudo com mais calma e cuidado…

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Foto: Pedro Khastellar

Relembrando: Distraído

Vamos fechar o mês de novembro #relembrando uma das minhas crônicas favoritas já postadas aqui no Verba Volant. Com ela deixo um convite para repensarmos como temos encarado os acontecimentos da nossa vida. Será que estamos tomando responsabilidade pelo que nos acontece ou estamos delegando isso à quem nos cerca?
Precisamos refletir, pois enquanto não tomarmos nossa parte e agirmos sobre ela, não conseguiremos efetivar as mudanças que desejamos para nós:

“Quando foi que nos tornamos assim, tão especiais?
Quando foi que o mundo passou a girar ao nosso redor?
Quando foi que todas as pessoas que conhecemos começaram a agir em nosso favor ou contra nós?
Em algum intervalo de tempo, eu perdi esse momento e, de repente, quando voltei à “realidade” pude ver somente o caminhar das coisas, o reclamar, a busca incessante pela responsabilidade e culpa alheia. De 8 ou 80 o que ouço são pessoas adultas se denominando meninos e meninas, fazendo das paredes, espelhos que só refletem sua própria imagem e assim, tudo o que os cerca, tudo o que acontece está voltado para eles mesmos.
Não, eu não falo de selfies, bons ângulos, filtros, likes…
Eu falo de pessoas se eximindo de suas vidas, colocando no colo do outro as causas para suas mazelas e belezas… Se estou triste, a culpa é do outro que me magoou… Se me olharam, é porque sou demais e irresistível… Se me traíram, é porque outra pessoa roubou meu amor… Se revidei a alguma agressão é porque fui provocada ao máximo por outra pessoa.
Nunca me sinto triste por problemas meus… As pessoas nunca me olham por olhar… Se fui traída, não foi por falta de qualidade minha… Se revidei não é porque perdi o controle… clique aqui para continuar lendo.”

Raquel Núbia

Distraído