O estímulo nosso de cada dia

Por ter estudado tanto Motivação durante minha graduação e trabalhar esse conceito constantemente devido a minha área de atuação profissional, acredito que a motivação é algo intrínseco, peculiar de cada indivíduo e que o que pode ser feito para melhorá-la são estímulos constantes visando alcançar o “motivador” de cada um.
Sendo assim, hoje venho agradecer a todos os leitores que clicaram naquele botãozinho azul de “seguir”, pois nesta data completamos 701 seguidores! Apesar de o Verba Volant ter quase 03 anos, somente nos últimos 08 meses comecei a dedicar mais tempo para interagir com outros bloggers/escritores e para expandir os acessos ao meu/nosso blog e desde então o crescimento tem sido nítido e gratificante.
Números podem ser apenas números, mas podem ser também estímulos que motivam, e muito, quando penso que cada número desse representa uma pessoa que em algum momento teve e vai ter acesso ao conteúdo que eu escrevo aqui de tão longe da maioria de vocês.
E isso me faz ter vontade de continuar.
Quem leu o post que antecede a este, viu minha angústia quando parei de receber notificações do WordPress, porque pensei, de verdade, que minhas crônicas, vídeos e poesias não estavam mais agradando e alcançando ninguém… E se minhas palavras e melodias não podem mudar um segundo de uma vida sequer, então não há motivo para manter o Blog e sim voltar a ter apenas um diário.
Agradeço verdadeiramente a todos que interagem com minhas postagens, que curtem, comentam ou apenas leem sem deixar registros. Tento responder a todos e também estar atenta ao que vocês postam, pois me encontro em conteúdo de vários blogs daqui.
Não sei por quanto tempo essa motivação de manter as palavras sendo levadas pelo vento ainda vai durar, mas ter cada um de vocês aqui contribui e muito para que isso aconteça.

Aproveito para convidar a todos para curtir também a página do Verba Volant no Facebook, que você pode acessar clicando aqui.

Um grande abraço,
Raquel Núbia

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Perspectiva

Engraçado como sempre colocamos nossa vida em perspectiva. Inevitável a tal da comparação do que vivemos com as pessoas que estão a volta, sejam elas reais ou irreais, próximas ou distantes, amadas ou não. Mesmo que seja sem querer, inesperadamente caímos nesse tal limbo.
Algumas vezes isso serve como um estímulo para seguirmos em frente, conquistar o que ainda não conquistamos, investir novamente no que havíamos deixado parado.
Outras vezes serve exatamente para o contrário… Como desânimo, desalento de uma possível realização ou situação que nunca chegará.
Mais intrigante mesmo é que quando olhamos para fora, não costumamos nos comparar de uma forma que nos permite enxergar o quanto já caminhamos, o quanto já conseguimos. Pelo, contrário. Geralmente é para vermos o quanto ainda achamos que precisamos correr, andar, dedicar, sofrer e lutar para conseguir algo mais.
Pessoalmente eu tento me policiar constantemente porque sei que sou minha pior inimiga nesse sentido. Posso me cobrar de maneiras impensáveis e por isso vigio para que não atropele meus próprios sonhos, para que possa desfrutá-l0s verdadeiramente e não apenas para somar mais um resultado, mais um êxito.
Sugiro, se é que posso, que façam isso também.
Cuidem de suas vidas e de seus projetos como eles realmente são: somente seus.
Fiquem atentos para que, ao se colocarem em perspectiva, não se enganem, usando lentes de aumento para o que veem lá fora e lentes embaçadas para o que veem por dentro.
Sejamos reais por nós mesmos. Afinal, nós não precisamos provar nada para ninguém.

Raquel Núbia

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Foto: Leandro Oliveira – São João Del Rei/MG