Dia #22 – 30 DAY BLOG CHALLENGE

22

Geralmente eu gosto de coisas que me lembrem um bom período da minha vida ou que me proporcionem algum conforto, uma boa memória ou um momento de entretenimento simples. Atualmente não acompanho muitas séries mas assisto várias sem compromisso e as que mais gosto são:

Criminal Minds (que é a única que acompanho todos os episódios);
CSI (todos eles);
House (optei por não assitir a última temporada);

Friends eu assisti inteira e vez ou outra assisto algum episódio na TV mesmo. Adoro a Phoebe e o Joey! Essa série me lembra muito a época em que eu estava na faculdade pois uma amiga tinha todos os DVD’s e a gente fazia um rodízio para assistir…
Supernatural eu não acompanho mais, mas também me lembra uma época boa e tem episódios memoráveis.

Mas a minha série favorita de todos os tempo é Star Trek Classic.
Amo a criatividade dos roteiristas e produtores em relação ao cenário, objetos de cena, efeitos e nas histórias. É um entretenimento leve, que aborda as questões de forma mais amena sem os clichês atuais do mocinho, mocinha e vilão, sem ter que necessariamente envolver um romance ou alguém tentando passar a perna em outra pessoa.
Esses clichês nas séries me enjoam e são quase sempre o principal motivo de eu desistir de acompanhar algum programa.

Eu tenho o Box da série Star Trek e vez ou outra coloco um episódio aleatório… Recomendo demais 😉

Imagem1

Abraços,

Raquel Núbia

Dia #21 – 30 DAY BLOG CHALLENGE

21

Apesar de ilustrar esse post com a foto da minha graduação, encaro a educação muito além das salas de aula, como um processo integral que envolve o indivíduo literalmente desde seu nascimento.
Uma estrutura familiar adequada já proporciona à criança condições de aprendizado que ela levará para a vida toda e quando digo “estrutura familiar” não estou falando de família nuclear e todos os estereótipos sobre o tema. Me refiro à um ambiente que proporcione a oportunidade de um crescimento saudável e seguro à criança, atendendo às suas necessidades e contribuindo com um desenvolvimento saudável.
Infelizmente o que vemos hoje no país e uma corrida na contra mão disso tudo. Com a condição econômica à que a maioria da população é submetida, há grande dificuldade das famílias de proporcionar este ambiente que citei, não por falta de vontade ou empenho, mas por muitas vezes sobrecarga de atividades dos pais ou cuidadores que prejudica na qualidade da atenção voltada a criança.
Faço essa reflexão da infância porque acredito que isso impacta diretamente nos hábitos de vida que levamos para a vida adulta.
O maior benefício da educação é ensinar o sujeito a pensar e não como pensar mas, novamente testemunhamos um retrospecto ao analisarmos as propostas do atual “governo” feitas pra esse setor.
E isso gera um ciclo infinito de ignorância: sujeito sem capacidade de pensamento -> prejuízo na capacidade crítica -> facilidade de ser influenciado pelos que tem capacidade de pensamento e crítica -> submissão da população “não pensante” à população “pensante”.
Às vezes um assunto que é corriqueiro para nós faz toda diferença para outra pessoa. Por isso acredito que uma forma de amenizar tudo isso é mantermos um diálogo saudável sobre as questões que nos cercam e compartilhar o conhecimento que temos com quem pudermos, seja sobre o que for.

day21
Foto: Raquel  Núbia

Abraços,

Raquel Núbia

Dia #18 – 30 DAY BLOG CHALLENGE

18

Daria pra fazer mais um livro somente com esse tema… Mas, olhando o último ano fico feliz em perceber que foram muito mais “altos” do que “baixos”.
Comecei 2016 encarando o desafio de morar sozinha pela primeira vez e mais do que isso, ter que encontrar esse lugar para morar e montá-lo inteiro. Aos 28 anos (tarde talvez) lidando pela primeira vez com o preço do aluguel, boletos infinitos (sim, todos os memes a respeito de boletos são reais) e com a realidade de que tudo o que eu precisasse ou quisesse teria que fazer por conta própria, desde o café da manhã, até comprar o carro que comprei alguns meses depois.
Mas tudo isso trouxe um lado bom incrível, de sentir que eu consigo fazer qualquer coisa e que, se antes não fazia não era porque eu não sabia, mas porque não precisava.
O primeiro semestre trouxe também a necessidade de aprender a lidar com o ódio alheio, a receber ataques grosseiros e mentirosos e compreender que tudo aquilo vinha de uma alma incompleta, triste e infeliz e que não deveria gerar em mim nada mais do que pena e que o melhor que eu poderia fazer era incluir a fonte de tanto desespero em minhas orações pedindo que pudesse encontrar a paz longe de mim.
No segundo semestre consegui realizar um projeto que há tempo eu desejava: Dar aula no Centro Universitário onde me graduei. Quanta felicidade ao receber o telefonema informando que a vaga era minha! Quatro turmas, cinco disciplinas. Uma realização.
Em setembro surgiu a possibilidade de iniciar o processo para publicação do meu livro, um “alto” bem “alto” 🙂
Os “baixos” se relacionam basicamente a pessoas que aparecem na vida da gente pra tirar um pouco da luz mas para ensinar alguma coisa também e eu tenho que lidar com essas pessoas diariamente, mas depois de tanto tempo a gente desenvolve métodos pra atropelar essa galerinha sem nem se dar conta.
Eu não tenho do que reclamar do último ano e sei que o próximo será tão bom quanto ou ainda melhor.
Amém.

Búzios (4)
Foto: Raquel Núbia – Búzios/RJ

Abraços,

Raquel Núbia

Dia #17 – 30 DAY BLOG CHALLENGE

17

Imagem1

Esta frase está no primeiro livro da trilogia de cinco livros (isso mesmo, trilogia de cinco. É dessa forma que autor define, então quem sou eu pra dizer o contrário?), do Guia do Mochileiro das Galáxias do autor Douglas Adams.
Li esse livro há alguns anos e logo que passei por esse trecho me despertou o interesse, não esqueci mais dessa frase e vez ou outra me lembro dela.
Pra mim ela diz muito de duas características minhas: A forma como lido com expectativas e meu lado completamente realista (pra não dizer pessimista, às vezes).
Aprendi, ao longo dos anos da minha adolescência e vida adulta, a não esperar muito (quase nada) das pessoas que me cercam. Apenas faço o que tenho que fazer e qualquer retorno vindo delas será um bônus. Dessa forma, a chance de decepção é menor e quando algo além acontece, o sentimento e felicidade é genuíno e sem cobranças.
Minha mãe sempre me falava isso, até que um dia resolvi escutar e guardar pra mim: “a gente não pode esperar nada das pessoas e nem confiar que elas vão fazer algo por nós quando precisarmos”, e é verdade.
Ainda assim, sem criar grandes expectativas, continuo admirando a beleza do jardim, sem necessariamente ter que acreditar que existem fadas nele.
E essa questão de expectativa vale tanto para pessoas quanto para coisas, como projetos, planos e etc. Não faz o meu perfil comemorar algo antes de tê-lo nas mãos, e isso nos leva ao segundo ponto: realismo.
Sempre tive a mente povoada de fantasias desde criança e tenho até hoje, caso contrário creio que não conseguiria escrever da forma que escrevo nem fazer nada ligado a arte da forma que faço.
Entretanto, mesmo assim, mantenho sempre os pés, as mãos, a cabeça e todo o corpo presos à realidade, pois aprendi também que aquele ditado que diz que “sonhar não custa nada” não é bem verdade, sonhar pode custar caro demais.
Mas, novamente, o realismo não me impede de observar a beleza do jardim sem imaginar que existam fadas nele.
Talvez, observa-lo dessa forma mais simples e despretensiosa realce ainda mais sua beleza e importância.

Abraços,

Raquel Núbia

Dia #16 – 30 DAY BLOG CHALLENGE

16

Vai ser a menor resposta de todos os itens do desafio.
Como não cozinho muito e quase não faço refeições em casa, minha geladeira é super sem graça. Lá você vai encontrar o óbvio de alguém que mora quase sozinha:

– Suco (caju ou manga);
– Dúzias de ovos;
– Condimentos e molhos prontos (ketchup, mostarde, massa de tomate, etc);
– Comida pré pronta (arroz já preparado, porções individuais de feijão cozido, porções de legumes pré preparados);
– Batata frita daquelas de saquinho pronta pra fritar;
– Nuggets;
– Carnes (só as mais fáceis de fazer);
– Macarrão (sim, eu guardo macarrçao na geladeira depois que abro o pacote);
– O que eu evito mas vira e mexe tem é sorvete e chocolate 😛
– Obviamente, litros e água.

Super interessante só que ao contrário né? Mas mesmo com esse desinteresse culinário, nada se compara a ter seu próprio canto *-*

keep-calm-and-live-alone-32
Imagem: keepcalm-o-matic.co.uk

Abraços,

Raquel Núbia

Dia #15 – 30 DAY BLOG CHALLENGE

15

Carrego sempre uma bolsa pequena e dentro dela você vai encontrar:

– Carteira;
– Chave do carro com o Leopoldo ( que é meu chaveiro de gato);
– Neosoro;
– Superbonder;
– Minha caderneta de anotações com uma caneta;
– Pós compacto;
– Batom;
– Pincel para pentear sobrancelhas;
– Amostrinha de perfume.

Na época mais quente também sempre levo um leque porque sinto muito calor, mas como o tempo está mais fresco ele tem ficado em casa mesmo.

day15
Foto: Raquel Núbia

Abraços,

Raquel Núbia

 

Dia #13 – 30 DAY BLOG CHALLENGE

13

Nunca fui de ter coleção, acho que não tenho muita paciência pra completar coleções e o pensamento de ter algo sem terminar ou deixar faltando parte me angustia um pouco.
Tenho algumas coisas que gosto de comprar e de ganhar e isso aumenta o volume desse meus itens, mas não chega a ser coleção, são eles:

1. Material de papelaria em geral;
2. Livros e páginas para colorir;
3. Qualquer coisa relacionada ao Elvis Presley;

Então, se quiserem me presentar, já sabem com o que 😛

day13
Foto: Raquel Núbia – Uma amostrinha 🙂

Abraços,

Raquel Núbia

Dia #12 – 30 DAY BLOG CHALLENGE

12

Primeiro que eu não tenho Ipod e as músicas que tenho no meu celular são poucas, não iriam resultar em um bom shuffle. Então vai o shuffle no computador mesmo:

1. Weight of the world – Evanescence
2. In a world like this – Backstreet Boys (paixão de adolescência a gente leva pra vida né?)
3. Let’s get it on – Marvin Gaye (não escuto muito)
4. Petrified eyes – Angra
5. Love somebody – Backstreet Boys (não gosto muito dessa)
6. Rainy nights – Angra
7. Once upon a time in the west – Dire Straits
8. Rock you like a hurricane – Scorpions (também não gosto muito dessa)
9. Bloody mary – Whitesnake
10. The Trawlerman’s song – Mark Knopfler

Algumas considerações:
– Tenho dezenas de música do Santa Cruz e não apareceu nenhuma nessse sorteio 😦
– Das músicas do Angra recomendo os álbuns Rebirth e Temple of Shadows que é uma obra prima do heavy metal sem exageros;
– Não saiu nenhuma das músicas “ruins” que eu tenho tipo, Voyage Voyage, There must be an angel, Sweet Sixteen e Give me your heart tonight 😛 que são “ruins” mas eu gosto demais.

Espero que tenham gostado.

day12
Foto: Raquel Núbia

Abraços,

Raquel Núbia

Dia #11 – 30 DAY BLOG CHALLENGE

11

Resolvi adaptar um pouco a resposta para esse item, pois não encontrei razão para que fosse tão literal, pois o primeiro amor e primeiro beijo estão ligados a algo muito maior do que um sentimento por outra pessoa ou o contato físico com o outro.
Acredito que esse item tem maior importância quando analisamos a importância da primeira vez, seja ela qual for…
Por exemplo, minha primeira viagem de avião foi tenebrosa e isso definitivamente impacta na minha maneira de lidar com essas viagens atualmente.
Ou então, a primeira vez que fiz uma viagem longa de carro como motorista e não como carona há 08 anos… Não tenho dúvidas que depois daquela experiência fiquei muito mais segura de que poderia ir aonde quisesse e isso nutre uma parte da minha independência até hoje.
Numa aula de Psicanálise durante minha graduação ouvi de uma professora que “a primeira vez se perde para sempre” e nunca mais esqueci isso, por que? Porque é verdade.
Todas as nossas “primeiras vezes” se perderam no exato momento em que aconteceram. O momento que não pode ser congelado no tempo para ser revivido novamente.
De uma primeira vez muito pode ser definido para a segunda, terceira, milésima vez… O mais importante é sabermos o que fazer com o resultado dessa primeira vez, pois nem sempre ela será perfeita mas, como não há volta, depois dela o que importa é o que virá e não o que ficou.
Precisamos olhar para trás, para as primeiras vezes, para entender como chegamos onde estamos, mas precisamos olhar para onde queremos ir para saber como chegar até lá.

Alto Caparaó (13)
Raquel Núbia. Foto: Leandro Oliveira – Alto Caparaó/MG

Abraços,

Raquel Núbia