Relembrando: Nó

Para que o domingo não passe em branco, compartilho mais um post feito a exatos 365 dias e originalmente publicado aqui, pois a crônica em que estou trabalhando ainda está no papel e sem final… Esse cotidiano sendo, como sempre, barreira para nossos desejos, não é?

Nó na garganta.jpg
Imagem: favim.com

Mais um trecho que gosto muito:

“Não importa o quanto façamos, algumas pessoas simplesmente não nos veem como pessoas boas e inventam para si uma imagem baseada em sua própria criatividade e não fatos por mais claros que eles sejam.”

Me deixem saber se vocês gostam dessa tag “relembrando”, se querem que ela continue ou não, OK?

Bom domingo.

Abraços,

Raquel Núbia

 

8 comentários em “Relembrando: Nó

  1. Saudações…
    EU venho passando por um período terrível, que me causa um complexo de culpa terrível, um incômodo que não termina nunca, insônia e outras coisas. Esse post, é uma verdade esmagadora. Mas por mais que eu tente, eu não consigo evitar que tais pensamentos, lembranças e sensações, me destruam. Adoro ler seus textos. Eles sempre me remetem a mim mesmo e às coisas que eu sinto.

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    1. Pois é… Infelizmente temos o costume de sermos cruéis conosco, exigindo resoluções, conclusões, soluções que nem sempre nos cabem. Precisamos entender até onde podemos ir, o que realmente cabe a nós, qual a nossa parcela e assim podemos deixar a parcela do outro para que ele cuide. É difícil. Eu sei. Mas não é impossível 🙂
      Obrigada pelo comentário.

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  2. Passei alguns anos da minha vida repassando diálogos que nunca aconteceram, sentindo saudade de coisas e pessoas que na verdade nunca existiram, por pura carência e autopiedade. Bem, foi esta a conclusão que cheguei: viver o agora, com tudo que é real e palpável, não dar crédito à pensamentos sabotares do meus estado de paz. Não é simples, mas é efetivo e eficiente. Um dia de cada vez, imbuído de coragem e vontade de viver, de construir pontes, de sorrir para o tudo e para o nada. Aqui e agora… O amanhã, será no momento oportuno, AGORA também.
    Amei seu blog Raquel!
    Beijos!!

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  3. Olá Raquel. É bastante perturbador quando percebemos que isto nos acontece (ou acontece nos outros a nosso respeito). O primeiro entendimento que me veio sobre esse problema são as sinapses, ou seja, quanto mais forte a emoção, mas vívida é a memória, e mais comumente somos guiados por estas sinapses, que por vezes são a teia frágil que sustenta muitos relacionamentos. A falta de compaixão e de autocrítica também propicia isso, de sermos “julgados” mal apesar de este se achar somente no passado. Um abração! Parabéns pelo blog!

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